Semana começa com frio persistente e previsão de chuvas
O frio continua a marcar presença em São Paulo nesta primeira semana de junho, sob a influência de uma massa de ar frio que ainda atua sobre a região, mantendo o estado de alerta decretado pela Defesa Civil desde a última quarta-feira. O cenário meteorológico mostra uma alternância entre momentos de sol tímido e períodos de chuva, com temperaturas amenas e tendência de instabilidade, principalmente na sexta-feira.
Quarta-feira com sol entre nuvens e leve aquecimento
A quarta-feira (4 de junho) será de céu parcialmente nublado, com aberturas de sol ao longo do dia. Os termômetros devem subir um pouco, atingindo máxima de 24°C, o que representa uma breve pausa no frio mais intenso dos últimos dias.
Chuvas retornam na quinta-feira
Na quinta-feira (5), a nebulosidade volta a aumentar, especialmente a partir da tarde, trazendo consigo chuvas fracas e isoladas com volume estimado de 1,8 mm. O tempo mais fechado contribui para manter as temperaturas moderadas, embora sem mudanças bruscas.
Sexta-feira será o dia mais chuvoso da semana
A sexta-feira (6) promete ser o ponto alto da instabilidade, com previsão de céu nublado o dia inteiro e chuvas contínuas, algumas delas com forte intensidade e possibilidade de trovoadas à tarde. O volume acumulado pode chegar a 13,9 mm, tornando-se o maior da semana. À noite, as precipitações tendem a enfraquecer, mas não cessam completamente. A mínima prevista é de 16°C, e a máxima não deve passar de 21°C.
Sábado com sol tímido e novas pancadas de chuva
No sábado (7), o sol aparece entre muitas nuvens, trazendo um clima mais variável. De acordo com a Climatempo, há previsão de pancadas de chuva localizadas à tarde e à noite. As temperaturas oscilam pouco, com mínima de 16°C e máxima de 22°C.
Atenção contínua para as baixas temperaturas
A Defesa Civil de São Paulo mantém o estado de alerta para o frio, reforçando que a massa de ar polar ainda exerce influência sobre a região, principalmente durante as madrugadas. A população mais vulnerável continua sendo a mais afetada por esse cenário, o que exige monitoramento constante por parte dos órgãos públicos.


